sábado, 17 de maio de 2008

Casa meu tempo, meu corpo!

Hoje tem um sol lindo em satolep, com muito vento como diz a música do nosso Vitor Ramil,
Que vem das esquinas,e ruas vazias de um céu interior, alma de flores cortinas rasgadas, papeis sem valor,vento que varre os segundos prum canto do mundo que fundo não tem, leva um beijo perdido um verso um verso bandido um sonho refém,que eu não possa ler , nem desejar que eu não possa imaginar, oh, vento que vem pode passar, inventa fora de mim, outro lugar,vento que dança nas praças, que quebra as vidraças do interior alma, que arrasta correntes que força os batentes, que zomba da dor, vento que joga na mala os móveis da sala, e a sala também, leva um beijo bandido, um verso perdido, um sonho refém,que eu não possa ler...
Adoro esse cara é muito bom, fala da alma da gente que mora no sur do país. Eu tomando meu mate, sozinha com os meus silêncios, meus cachorros, passarinhos, vento, sol, rede, ouvindo essa música , acabo viajando sem fronteiras , limites, pois meu coração pedes muitas viagens para poder compreender coisas que Deus não consigo entender?
A água quente do mate aquece meu corpo que sente frio,mas que ao mesmo tempo gosta desse frio do vento de satolep, percebo que as imgens vem muito nos meus pensamentos, e cada vez mais gosto da casa, porque mostra meu lugar , o meu tempo que é hoje.
Ruas largas , solitárias, onde caminho e vejo que faço parte da satolep, tão antiga e ao mesmo tão quente cheias de lembranças boas...
Hoje começei um exercicio de escrever, um diálogo com a tela em branco, que se movimenta de forma rápida , e comprometedora, que responsabilidade, mas vamos lá estou na chuva e para tomar um banho!
Beijos ai

Um comentário:

Manuela x) disse...

legal teu blog... hehe :)
Sucesso!